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sábado, 11 de setembro de 2010

Ana Júlia está mergulhada nas profundezas da rejeição

A onda política Lula-Dilma, do estilo tsunami que vem varrendo o país não consegue alavancar, nem mercadante e nem Ana, Porquê? Porque a tsunami lulista só levante candidatos que estão na superfície marinha. Em outras palavras, é a dinâmica estadual que permite que um candidato seja ou não, atingido pela tsunami lulista.
É a dinâmica estadual que faz com que um candidato seja ou não ajudado pela onda vermelha. No caso de São Paulo, o jogo político regional alavanca o projeto tucano (Serra/Alckmin) de tal sorte, que os opositores não conseguem convencer um número representativo do eleitorado. Neste caso, a onda vermelha não consegue acessar os territórios do governo paulista, devido ao volume de "agua" tucana, que espanta a tsunami lulista na disputa para o governo estadual. Fica definitivamente evidenciado de que não se estadualiza disputa federal. Por outro lado, a onda Lula- Dilma invadiu o estado paulista na disputa federal.
No Pará, a onda vermelha federal já se tornou majoritária na disputa federal, e a exemplo de São Paulo, não conseguiu contaminar a disputa estadual. Acontece que a onda só contamina quem está na superfície do rio. é como se viesse uma onda gigante e encontrasse um surfista, por certo este surfista deslizaria na crista da onda.
Por outro lado, se uma pessoa estiver mergulhada no fundo do mar, a tsunami passará e não conseguirá impulsionar para cima, este mergulhador. É o que vem ocorrendo com Ana Júlia, que por estar mergulhada nas profundezas da rejeição, a onda federal está passando e não consegue fazer a sucção de Ana do fundo do rio.
Só um fato inesperado, tipo um super escândalo com Jatene, poderia alterar a rota da disputa política no Pará.

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