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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cássio Andrade esclarece sobre sua suposta participação em fraudes na SEMA

Prezados,

Venho prestar esclarecimento  sobre  a matéria  publicada  no Jornal Diário do Pará, do dia 06/02/2010, sobre supostas fraudes na SEMA:

Primeiramente, tenho a esclarecer que não existe qualquer investigação realizada pela Polícia Federal  sobre a minha pessoa, e que  tão pouco meu telefone foi ou está grampeado, em virtude da operação Alvorecer. O que tomei conhecimento foi da existência de conversas grampeadas de funcionários da SEMA que mencionavam uma licença ambiental pleiteada pela empresa da qual sou um dos três sócios e não o dono.
  
Tal licença de fato foi cobrada, mas de forma  legítima, tendo em vista que a empresa cumpriu todos os trâmites legais para a concessão dessa licença e o prazo para tal concessão já havia  se  esgotado.  Essa  cobrança  foi  realizada  pelos  sócios  da  empresa,  dentro  dos  seus direitos de empresários, e não utilizando a figura do Deputado Estadual. Em momento algum foi feito contato com a Governadora, Secretário ou qualquer funcionário da SEMA requerendo qualquer tipo de favorecimento ilícito ou utilizando-se de influência política.

Em  02  de  junho  de  2010  foram  protocolados  na  SEMA  dois  processos  (protocolo  nº 010/13997 e 010/13994)  cujo objetivo era obter licença ambiental para as  filiais da empresa no Município de Altamira, uma vez que  a Secretaria Municipal daquela  localidade não emite esse  tipo  de  licença.  Trata-se  tão  somente  de  uma microempresa  que  comercializa  peixes ornamentais  (peixes  de  aquário),  não  tendo  nenhum  vinculo  político  com  qualquer  órgão público, não participando de  licitações,  tratando-se de simples comércio, na qual sou simples sócio.

As  informações dadas e veiculadas no  jornal não  foram adquiridas de órgãos oficiais, tratando-se de meras  ilações, dando a entender que  fiz parte de uma  fraude,  sendo  leviana, irresponsável e desinformada, uma vez que não tenho qualquer participação direta ou indireta nos projetos de manejo analisados pela SEMA, apenas pleiteava a concessão de uma  licença ambiental ligada a exportação de peixes ornamentais,  requisitada pelo IBAMA, cumprindo as normativas do setor. 

As  palavras  descritas  nessa  matéria  atribuídas  a  minha  autoria,  em  verdade  são palavras dos funcionários da SEMA , colhidas em conversas telefônicas.

Sou totalmente favorável a  investigação da Polícia Federal sobre as supostas ilicitudes ocorridas  na  Secretaria  Estadual  do  Meio  Ambiente,  entretanto,  repito,  que  não  tenho qualquer envolvimento com este episódio, não sendo alvo de qualquer investigação da Polícia Federal e coloco-me a total disposição para sanar qualquer tipo de mal entendido surgido.

Cássio Coelho Andrade.

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