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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Retirada dos escombros deve ser concluída em cinco dias

Cláudio Santos/ Ag. PaContinua a operação para retirada dos escombros do prédio que desabou no último sábado (29), na Travessa 3 de Maio, entre as avenidas Governador José Malcher e Magalhães Barata, no bairro de São Brás, em Belém. O trabalho é ininterrupto, com homens trabalhando em turnos de 12h, e deve ser concluído em cinco dias.
Desde sábado atuam no local efetivos da Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil Municipal e Estadual, Cruz Vermelha, Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, Companhia de Transportes de Belém (CTBel), Departamento de Trânsito do Pará (Detran), Guarda Municipal, tropas do Exército e Fuzileiros Navais. Apenas o Serviço de Atendimento Médico Urgente (Samu/192) finalizou o trabalho nesta quarta-feira (02), após a retirada das últimas vítimas, os operários José de Paula Barros (60 anos) e Manoel Raimundo da Paixão Monteiro (36).
Segundo o tenente coronel Carlos Reis, do Corpo de Bombeiros, o efetivo de homens trabalhando no local do acidente será reduzido, pois não há mais necessidade de tantas pessoas envolvidas. Prossegue apenas a retirada dos escombros. "A equipe será reduzida, pois não há necessidade de mantermos o efetivo de cerca de 250 pessoas. Este número será reduzido para cerca de 100 pessoas. A operação será finalizada com a retirada de todos os escombros", esclareceu.
A estimativa, disse o tenente coronel, é de que o trabalho dure por mais cinco dias, mas dependerá muito da avaliação feita pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. "Só podemos retirar o material após a análise e liberação da equipe da perícia. Por isso a retirada precisa de pausas", explicou.
Logo após o desabamento do prédio, por volta de 14h30, equipes das áreas de segurança, defesa e saúde do governo do Estado chegaram ao local, onde foi realizada uma operação integrada para o resgate de vítimas e retirada de escombros.
O governador Simão Jatene esteve no local no sábado à tarde e na manhã de domingo, acompanhando as ações. Na ocasião, ele afirmou que o governo garantiria atendimento às vítimas e apuraria as circunstâncias da tragédia.(Secom)

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