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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Praia do Cruzeiro está imprópria para banho

O resultado parcial do quarto teste de balneabilidade nos balneários de Mosqueiro, Outeiro e Icoaraci mostrou que das 14 praias analisadas, somente a Praia do Cruzeiro, no Distrito de Icoaraci, foi considerada imprópria para banho. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) divulgou o resultado dos testes nesta quarta-feira (06). 
De acordo com os padrões estabecelidos pela Resolução CONAMA Nº 274/2000, para que uma praia seja atestada como imprópria para banho, é preciso que acuse no teste, uma quantidade acima de 2000Coli/100ml de água. No resultado, a praia do Cruzeiro acusou 3078Coli/100ml. Assim, foi considerada imprópria para banho. Até sexta-feira (08), a placa com o aviso de “imprópria para banho” deve ser colocada no local.
Entre as praias que foram analisadas estão a Baía do Sol, Paraíso, Marahú, São Francisco, Ariramba, Murubira, Chapéu Virado, Farol, Praia Grande e Areião, em Mosqueiro; Praias do Amor, Grande e Brasília, em Outeiro, e Praia do Cruzeiro, em Icoaraci.
De acordo com a chefe de Fiscalização e Monitoramento da Semma, Ivanelma Gomes, a mudança no resultado se deu devido o aumento de freqüentadores no local. “Nos primeiros resultados a praia do Cruzeiro foi considerada própria. Porém, com a chegada das férias, o número de freqüentadores aumentou e com isso a contaminação”, destaca Ivanelma. 
O teste de balneabilidade das praias é feito a partir da coleta de água a um metro de profundidade, onde normalmente fica a maior concentração de banhistas. Segundo a resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), de nº 274/2000, que assegura as condições de balneabilidade,o parâmetro indicador básico para a classificação das praias quanto a sua balneabilidade, em termos sanitários, é a densidade de coliformes fecais.
Para obter o resultado final da qualidade da água das praias, é necessário que sejam feitos cinco testes a cada monitoramento, de acordo com a Resolução do Conama. A Resolução estabelece, também, que poderão abranger períodos menores de cinco amostras, desde que sejam recolhidas com intervalo mínimo de 24 horas entre uma e outra. As análises feitas pela Semma para definir a balneabilidade das águas, destinadas à recreação humana são: a microbiológica (coliformes fecais e coliformes totais) e físico-qúimica (acidez da água, através do PH). (Ascom/Semma)

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